Sabem aquelas coisas tradicionais da sua família? Como o macarrão caseiro que sua avó faz (Receita que está na família a gerações, trazida da Itália de navio e aportada do Brasil juntamente com aquelas malas quadradas, de couro, com cantoneiras de metal à "TERRA NOSTRA"), ou o beliscão... ou ainda como a religiosidade ou o time de futebol...
Pois é, em minha família, por exemplo, numa festa ou reunião, os mais velhos comem primeiro, seguidos pelos jovens e crianças. Não há aniversário sem bolo e parabéns. Natal sem, no mínimo, dois tipos de carnes diferentes, pães, patês, saladas e três sobremesas diferentes... muito menos sem uma guirlanda é coisa impensável!
Coisas tradicionais como homens sustentando casas, arrumando seu próprios carros, trabalho árduo...
É sobre isso que nos conta "A Encantadora de Baleias" (Que fui assistir na quinta [antes que saísse de cartaz] com o Lú [Até que enfim ele foi assistir um filme "não Cinemark"!] e a Thá.), um filme Bonitinho... mas tão bonitinho que deveria ser emoldurado na galeria aquática da fama ao lado de Tutubarão e Fliper... Que é previsível a gente já entra no sabendo (Mais um daqueles filmes que tratam de Sexismo, etc e tal.) mas aquela menininha, a magia e as histórias que ela apronta cativam... BUNITINHA QUE SÓ!
Paiawaka (Acho que era esse o nome.) é uma menina nascida numa família de dirigentes tribais, seu irmão gêmeo (Que deveria ter o nome dela e herdar, conforme uma profecia.) morreu ao nascer, seu pai, contrariando o chefe da tribo (E avô de Paiawaka.) coloca o nome na filha que cresce, por ser mulher, desprezada pelo avô (Mas, ainda assim, dentro das tradições.). Um dia o avô resolve encontrar, entre os garotos da tribo, o novo dirigente e aí as coisas acontecem (Tão previsível que não queria contar muito.)
Até.
(Na realidade Eu iria escrever diferenta mas tive uma falta súbita de memória!)






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