segunda-feira, agosto 02, 2004

Revival...

A cena é clássica: o garoto com corte engraçado (Normalmente cabelo mais comprido, penteado para cima ou com topete...) se apaixona pela garota "adorada" da escola; Ou, ainda, ele pega o carro do pai escondido e se mete em confusão na noite da cidade grande...; Ou melhor ainda, ele está para tirar a carta de motorista a fim de sair com a menina mais cobiçada do colégio; Ou, perto de sair da escola, bola algo inesquecível (Inesquecível mesmo!) com seus amigos pirados...

Bom, o negócio é que, juntamente com estas cenas típicas de "Sessão da Tarde", vem a nossa mente uma série de músicas e bandas trazendo, acompanhado das traças e da naftalina, lembranças das tardes em que éramos mais jovens, em que o tempo corria mais devagar e despreocupado... como num verão que há tempos não vivemos...

Foi isso o que senti ao escutar músicas (e ver alguns clipes) da década de 80 e início dos 90 no Projeto Autobahn, realizado todos os sábados num "barzinho" (Bem "zinho" mesmo!) em Pinheiros...

Confesso que ao chegar no local não acreditava que iria bombar... "Ainda Bem!", pensei frente ao tamanho das instalações, mas sofremos (A Sara e Eu, companheira de experimentos urbanos do tipo.) enormemente quando o relógio passou a marca das 24:00 h. e ficou impossível ficar próximo ao bar (Ao menos sem realizar contorcionismo ou balé!), comandado por uma bartender (ou barwoman) com estilão de caminhoneira...



Ah! A música... ia esquecendo! Nada que diferencie os revivals que rondam a cidade (Igualmente com pouco espaço!) ou mesmo as festinhas de garagem da galera do colégio... Estou Brincando!!!

Aliás, vale a pena se você estiver acompanhado dos amigos... zoar, relembrar, cantar e dançar (Se é que alguém se lembra de como dançar ou se é que a gente realmente dançava aquilo?! Fica a questão).

Voltando ao assunto do bar, o que nos deixou (A Sara e Eu.) intrigados e instigados foi o colorido dos coquetéis... Junto a isso somente a indagação de que nós éramos ridículos nos 80`s (cabelos e roupas) e que evoluímos (Seguindo, claro, uma lógica positivista.), ainda bem?!

Até.
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