Mostrando postagens com marcador Aniversário de Sampa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aniversário de Sampa. Mostrar todas as postagens

domingo, janeiro 25, 2009

Sampa... sempre Sampa!

Ah!

Tinha um monte de coisa pra Falar Escrever, mas provavelmente estou ocupado o dia todo e resolvi programar este post (Não sei se funcinou.)!

Encontrei este vídeo navegando por aí.


Sampa!

Até.
Share/Bookmark

sexta-feira, janeiro 25, 2008

Viva SP!

Como estou com preguiça, segue um texto do Washington Olivetto publicado na Vejinha sobre Sampa!

Torre do Jaraguá! ... E VIVA SAMPA!


Até.
--------
PS: Quem não sabe onde é o "palacete Vila Penteado" clica aqui.

PS 2: Um projeto interessante é o VIVASP.com.
Share/Bookmark

terça-feira, janeiro 20, 2004

AMU SP...


Só quem vive aqui, aspira 25% de poluição e perde mais de meia hora para ir a qualquer lugar sabe o que estou falando... Nós, os paulistanos, somos seres estranhos... dizemos que em nossa fala não há sotaque e, para isso, lançamos explicações de milhares de coisas e fatores históricos: a miscigenação, a variedade de povos, o café, a poluição... Maluf. Enchendo nosso peito ao dizer todas.

Ser paulistano é estar no carro, meio a milhares de outros carros, e pensar não é visto (Exceto se você tem um Suzuki.), ler o jornal, rir e falar sozinho, limpar o nariz, passar batom (Utilizando o retrovisor, claro!), comer, beber, cantar, falar ao celular... É estar com a janela aberta e dizer para qualquer pessoa que se aproximar dela: "Não, obrigado, não tenho nada hoje!", levantando uma das mãos e fechar a janela em seguida... e fazer isso praticamente por instinto:

* Para vendedores ambulantes:
- Não, obrigado, não tenho nada hoje!
* Para entregadores de panfletos:
- Não, obrigado, não tenho nada hoje!
* Para o guardinha da CET:
- Não, obrigado, não tenho nada hoje!
* Para a moça da guarita do estacionamento:
- Não, obrigado, não tenho nada hoje!
* Para o trombadinha assaltando no farol:
- Não, obrigado, não tenho nada hoje!

Eh! Frases feitas temos aos milhares... da típica para cumprimentar os vizinhos "Bom dia." e o aceno da cabeça à padrão de saída de qualquer elevador, "Obrigado.".

É você odiar descer a oze, o Largo Treze, a 25, o Largo da Batata, porque tem muita gente, mas não deixar de ir lá para comprar as coisas mais barato... É acreditar que, algum dia, os ambulantes não estarão mais na rua, que as linhas de metrô passarão perto da sua casa, que o ônibus vai ser mais vazio e rápido...

É sonhar com a USP quando adolescente, procurar um emprego para pagar uma facul particular quando jovem e sonhar ir para o interior quando velho... É achar a cidade cheia demais, suja demais, feia demais e não se ver fora dela.


É estar viajando e reclamar quando vê o chão limpo, o ar limpo, a água limpa, a praia limpa,... reclamar do sol forte, da padaria fechada em um domingo de tarde, da pizza de calabreza com apenas algumas rodelas sobre a muzzarela, de não ter nada para fazer durante a noite e bendizer São Paulo por isso... É sentir falta do trânsito, das filas, do shopping, dos restaurantes...

Sabiam que um dos menores índices de câncer de pele está aqui?! Será a garoa e as nuvens que permanecem dias sobre nossas cabeças? Será a poluição formando uma camada protetora?! Será a consciência do povo em utilizar bloqueador solar, sombrinha, boné/chapéu? Serão os prédios barrando o sol?

Perguntas que serão respondidas?

Coisas que mostramos aos turistas?
* O metrô... Mesmo se nunca antes tivessemos andado nele, mostramos desenvoltura, dizemos ser "Mais civilizado que o Nova York" e soltamos o básico "Nunca sei para que lado fica Santana/Tucuruvi ou Jabaquara" quando nos atrapalhamos.
* Os museus... Ao menos o MAM por fora...
* O Ibirapuera... e aproveitamos para mostrar o MAM e a Bienal (Por fora.).
* Um Shopping... É nossa praia mesmo! E ao menos um!
* Ir ao cinema... de preferência cinemark.
* O sambódromo... Não sei o quê? mas já vi gente mostrando!
* O Pacaembú, o Morumbi, o Parque Antártica... Eita! Estes programas futebolísticos estão fora do meu roteiro.
* O centro, a 25, o caos do trânsito e o minhocão... Cotidiano nosso.
* A noite, as coisas da noite e sua diversidade.... YEH! Balada!
* A praça do Pôr-do-Sol, a USP, a Paulista, todas as pontes e ligações bairro-centro que existem nas marginais Tietê e Pinheiros!... Dando mais ênfase às qualidades da marginal Pinheiros, claro!

Ser paulistano é ver as decorações de natal no final do ano, é descer para o litoral o ano-novo (Só para ter a sensação que São Paulo toda te acompanha.), é assistir ao carnaval na tevê, é conhecer (Ao menos em teoria.) quatro lugares de balada, três shoppings, duas estações de metrô, a Catedral da Sé, o Ibirapuera, saber o nome de trê bairros chiquês, duas marcas de roupa da moda... É se virar para comer no centro ou em qualquer outro bairro, nem que tenha que gritar ao vento a velha e conhecida frase: "Onde fica o Mc mais perto?"...

É ver as pessoas de outras cidades se assustarem em saber que você perde mais de meia hora para chegar no seu trabalho/estudo e ver elas ficando mais espantadas ainda quando você diz "são 12 Km..." numa normalidade quase perversa, que te faz esboçar um sorriso...

É sonha com as casa do Morumba, com os apartamentos de Moema, com os sobradinhos da Vila Madalena, com as casinhas (Com grandes terrenos) das proximidades do Villa Lobos...

É amar shopping e odiar ter que ir a um.
É adorar carro e odiar pegar trânsito.
É frequentar um restaurante e reclamar da conta, do atendimento, da qualidade...

É isso aí... colocaria o símbolo oficial dos 450 ano mas não gostei das normas de utilização... coloquei uma coisa gratuita, a nossa bandeira, esquecida e mal-amada... não para mim!

Paulistano!


Aliás, acho ela mais bonitinha!

Até.
Share/Bookmark