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terça-feira, agosto 19, 2008
terça-feira, janeiro 08, 2008
Esmeralda não era nome de novela? ... Ou era Rubi?!
Ok... ok...
Consegui acordar... na verdade fiquei desde às 2:00 acordado, só esperiei o despertador tocar!
Café da manhã com um casal de chilenos que iam para Chiloé e duas veterinárias em trabalho de verão! Conversei com dona Carla sobre o que iria fazer hoje e ela me sugeriu roupas claras pois há um bicho que pica e é atraído por roupas escuras.
Peguei o ônibus na frente do cassino. Muitos chilenos, brasileiros e duas alemãs.
Na parada nos saltos do rio Petrohué ($ 12000,00 a entrada, não inclusa no passeio.), conheci um casal de cariocas muito gente boa! Eles bateram uma foto pra mim. Eu disse que este era único porém de se viajar sozinho, você nunca aparece nas fotos e todos ficam pensando que você as pegou na net!
Huahuahua...
Ah, Luís! Os saltos são muito bonitos, um orgasmo geológico! Construídos pela luta entre o basalto ultra-quente e a água fria do rio... não se seba quem ganhou... acho que foi empate!
A água do rio é algo entre o verde e o azul, o vulcão ao fundo, as árvores...
Depois fomos ao porto de Petrohué, no caminho vimos o local de uma avalanche, que destruiu a estrada nessa primavera! Estavam reconstruíndo tudo! Conheci mais um casal de cariocas com a filha (Poxa! Só tem Carioca!), mas desses eu não gostei, principalmente pois o pai só reclamava! Me afastei!
Pegamos o barco até Peulla e conheci mais brasileiros, dois paulistas dessa vez (UFA!), só que não moravam mais em Sampa. Um mora em Santiago (Sorte dele!) e o outro em Brasília. Quando a moça perguntou a eles se gostariam de fazer alguma atividade em Peulla eles escolheram uma espécie de arborismo "canopy", ela, então, pediu o passaporte deles e o que mora em Brasília sacou da mochila um passaporte vermelho... logo suspeitei, mas perguntei pra tirar a dúvida...
Navegamos pelo Lago de Todos los Santos (Esmeralda), o tempo não ajudou muito e chegamos à Peulla (Um misto de hotel e aduana, já que é divisa com a Argentina.).
Passei boa parte do dia sozinho e escrevendo, almocei, caminhei quando o tempo permitia e logo os dois paulistas chegaram... conversamos, nos alojamos na "recepção" do hotel e esperamos para voltar ao barco!
Retornamos ao barco e fizemos o caminho de volta! Me disseram que se eu quisesse fazer algo à noite estariam no Cassino, jogando, que era só eu aparecer por lá... Como era minha última noite resolvi não sair, só tomei um banho, jantei no centro, tirei din-din para pagar a dona Carla ($ 54000,00) e voltei para arrumar a mala e dormir...
Boa noite!

Consegui acordar... na verdade fiquei desde às 2:00 acordado, só esperiei o despertador tocar!
Café da manhã com um casal de chilenos que iam para Chiloé e duas veterinárias em trabalho de verão! Conversei com dona Carla sobre o que iria fazer hoje e ela me sugeriu roupas claras pois há um bicho que pica e é atraído por roupas escuras.
Peguei o ônibus na frente do cassino. Muitos chilenos, brasileiros e duas alemãs.
Na parada nos saltos do rio Petrohué ($ 12000,00 a entrada, não inclusa no passeio.), conheci um casal de cariocas muito gente boa! Eles bateram uma foto pra mim. Eu disse que este era único porém de se viajar sozinho, você nunca aparece nas fotos e todos ficam pensando que você as pegou na net!
Huahuahua...
Ah, Luís! Os saltos são muito bonitos, um orgasmo geológico! Construídos pela luta entre o basalto ultra-quente e a água fria do rio... não se seba quem ganhou... acho que foi empate!
A água do rio é algo entre o verde e o azul, o vulcão ao fundo, as árvores...
Depois fomos ao porto de Petrohué, no caminho vimos o local de uma avalanche, que destruiu a estrada nessa primavera! Estavam reconstruíndo tudo! Conheci mais um casal de cariocas com a filha (Poxa! Só tem Carioca!), mas desses eu não gostei, principalmente pois o pai só reclamava! Me afastei!
Pegamos o barco até Peulla e conheci mais brasileiros, dois paulistas dessa vez (UFA!), só que não moravam mais em Sampa. Um mora em Santiago (Sorte dele!) e o outro em Brasília. Quando a moça perguntou a eles se gostariam de fazer alguma atividade em Peulla eles escolheram uma espécie de arborismo "canopy", ela, então, pediu o passaporte deles e o que mora em Brasília sacou da mochila um passaporte vermelho... logo suspeitei, mas perguntei pra tirar a dúvida...
Navegamos pelo Lago de Todos los Santos (Esmeralda), o tempo não ajudou muito e chegamos à Peulla (Um misto de hotel e aduana, já que é divisa com a Argentina.).
Passei boa parte do dia sozinho e escrevendo, almocei, caminhei quando o tempo permitia e logo os dois paulistas chegaram... conversamos, nos alojamos na "recepção" do hotel e esperamos para voltar ao barco!
Retornamos ao barco e fizemos o caminho de volta! Me disseram que se eu quisesse fazer algo à noite estariam no Cassino, jogando, que era só eu aparecer por lá... Como era minha última noite resolvi não sair, só tomei um banho, jantei no centro, tirei din-din para pagar a dona Carla ($ 54000,00) e voltei para arrumar a mala e dormir...
Boa noite!
Esmeralda não era nome de novela? ... Ou era Rubi?!
segunda-feira, janeiro 07, 2008
Um café, uma torta e duas "medialunas", please!
Comprei minha passagem para Puerto Varas ($ 5900,00), para às 15:40! O que fazer em Pucón então? Eu gostaria de um rafting mas demora muito! Juntei minhas tralhas, paguei a baixinha falante e pedi para guardar minha mala até de tarde, quando viria buscá-la e partiria!
Surpreendentemente "surgiu" uma feirinha de artesanato em à frente da Hospedaje da Carmem, dei uma olhada e rodei a cidade mais uma vez, fui à praia e fui tomar um café (Às 11:00 a.m.), tudo ainda estava abrindo, normal. Pedi uma torta de franboesa com uma fruta que não lembro o nome (Mas sei que é típica do Sul do Chile.), um café e duas medialunas com queijo e presunto... Chegou o café, a torta e nada das medialunas... Quando acabei a torta a moça me disse que elas demorariam mais 30 minutos (Lua cheia, fazer o quê? Vai demorar mesmo!), pedi outra coisa, um cheesecake... comi, paguei (Neste instante chegaram as medialunas, milhares!) e pus-me a rodar a cidade...
Comprei uma pulseira de prata com Lápis-lazúli (Pedra que só tem aqui e no Afeganistão. Como sei que vai demorar um pouco para conhecer o Afeganistão comprei aqui mesmo! $ 26000,00 direto com o ourives que dava os últimos retoques nela!). Voltei à Hospedaje, peguei a mala e fui ao Terminal da BusesJac, revivendo a experiência do outro dia em que andava pela rua puxando elegantemente minha mala de rodinhas e o pessoal olhava espantado.
Liguei pra casa... esperei um tempinho até chegar o ônibus, por sorte os fiscais eram muito gente boa e ficaram conversando comigo enquanto o ônibus não chegava, super simpáticos!
Enfim, o ônibus chegou e me despedi de Pucon com a promessa de voltar, fazer um rafting, pegar uma praia de água doce e areias vulcânicas e fica num hotel!
^^
Mais ou menos no meio da viagem, em Osorno, entrou um cara e sentou ao meu lado, na janela. Como o sol estava forte e batendo em nossos rostos ele me perguntou se queria que fechasse a cortina, quando respondi que sim ele arregalou os olhos e me perguntou "BRASILEIRO?!". Na hora eu ri e disse que sim, perguntei como sabia.
- O sotaque com que você respondeu! Na hora eu soube!
Conversamos o restante do caminho. Ele me disse que é chileno, mas mora em Sampa há muito tempo (Isso explica o português perfeito.). Fez biologia mas trabalha como professor de espanhol, disse que ganha a mesma coisa que se trabalhasse como biólogo, e não trabalha na área pois, no Brasil, o que gosta não é desenvolvido. Ele ficou vibrando quando disse o que um geofísico estuda e que ama vulcões! Eu disse meu roteiro e ele aprovou, falou que vou fazer o melhor do Chile e me deu uns toques nessa minha última etapa!
Como ele era vibrado em vulcões e coisa e tal me perguntou porque todas as pedras no Chile são redondas... e lá fui eu explicar sobre a ação do gelo e da água, sobre o clima, "esfoliação esferoidal"... Bom! Ao menos a faculdade serve para algo! Vou procurar um emprego como geofísico no Chile! Quero um Terremoto! Já vi o Aconcágua, já vi e subi num vulcão ativo, já vi (Ao menos de longe.) um vulcão em plena atividade, agora falta um terremoto!
Nos despedimos quando diquei em Puerto Varas e ele seguiu para Puerto Mont.
Implorei por um taxi e o cara do Terminal da TurBus ma passou o número de dois taxistas. Daí a questão: "Como usar um telefone de moedas se você é um completo leso?"...
Bom, consegui! Em menos de dois minutos o taxi estava no ponto do terminal e em menos de 5 minutos eu estava na "Hospedaje Carla Minte".
A dona Carla é muito gente boa! Mas gente boa mesmo! Arrumei as coisas no quarto, fiz o check-in, tomei um banho (Sim! Tenho banheira no quarto!), me vesti e fui comer algo.
Como estava tarde da noite, ela me deu as chaves da casa e disse como agir e andar na cidade. Fui ao centro, a única coisa aberta era o restaurante de um hotel e um e uma praça, escolhi o da praça onde um casal de brasileiros discutia a relação pensando que todos presentes eram extrangeiros.
Pedi um Salmão que demorou pacas e depois voltei para dormir, estava morto e o vinho subiu muito rápido!
----
PS: Um dos motivos de sair mais cedo de Pucón foi o diacho do banheiro compartido!
PS 2: Não dá pra comparar a Hospedaje da Carla e da Sonia. Da dona Carla parece hotel!
PS 3: AH! Em Pucón comprei um Casal Mapuche de madeira!
PS 4: Esqueci... mas eu tinha um "PS 4"! JURO!
PS 5: Ah! Lembrei! Luís, eu ví basalto vesícular in situ! Hehehehe! Muito LEGAL!!!
PS 6: Quero um Terremoto!

Surpreendentemente "surgiu" uma feirinha de artesanato em à frente da Hospedaje da Carmem, dei uma olhada e rodei a cidade mais uma vez, fui à praia e fui tomar um café (Às 11:00 a.m.), tudo ainda estava abrindo, normal. Pedi uma torta de franboesa com uma fruta que não lembro o nome (Mas sei que é típica do Sul do Chile.), um café e duas medialunas com queijo e presunto... Chegou o café, a torta e nada das medialunas... Quando acabei a torta a moça me disse que elas demorariam mais 30 minutos (Lua cheia, fazer o quê? Vai demorar mesmo!), pedi outra coisa, um cheesecake... comi, paguei (Neste instante chegaram as medialunas, milhares!) e pus-me a rodar a cidade...
Comprei uma pulseira de prata com Lápis-lazúli (Pedra que só tem aqui e no Afeganistão. Como sei que vai demorar um pouco para conhecer o Afeganistão comprei aqui mesmo! $ 26000,00 direto com o ourives que dava os últimos retoques nela!). Voltei à Hospedaje, peguei a mala e fui ao Terminal da BusesJac, revivendo a experiência do outro dia em que andava pela rua puxando elegantemente minha mala de rodinhas e o pessoal olhava espantado.
Liguei pra casa... esperei um tempinho até chegar o ônibus, por sorte os fiscais eram muito gente boa e ficaram conversando comigo enquanto o ônibus não chegava, super simpáticos!
Enfim, o ônibus chegou e me despedi de Pucon com a promessa de voltar, fazer um rafting, pegar uma praia de água doce e areias vulcânicas e fica num hotel!
^^
Mais ou menos no meio da viagem, em Osorno, entrou um cara e sentou ao meu lado, na janela. Como o sol estava forte e batendo em nossos rostos ele me perguntou se queria que fechasse a cortina, quando respondi que sim ele arregalou os olhos e me perguntou "BRASILEIRO?!". Na hora eu ri e disse que sim, perguntei como sabia.
- O sotaque com que você respondeu! Na hora eu soube!
Conversamos o restante do caminho. Ele me disse que é chileno, mas mora em Sampa há muito tempo (Isso explica o português perfeito.). Fez biologia mas trabalha como professor de espanhol, disse que ganha a mesma coisa que se trabalhasse como biólogo, e não trabalha na área pois, no Brasil, o que gosta não é desenvolvido. Ele ficou vibrando quando disse o que um geofísico estuda e que ama vulcões! Eu disse meu roteiro e ele aprovou, falou que vou fazer o melhor do Chile e me deu uns toques nessa minha última etapa!
Como ele era vibrado em vulcões e coisa e tal me perguntou porque todas as pedras no Chile são redondas... e lá fui eu explicar sobre a ação do gelo e da água, sobre o clima, "esfoliação esferoidal"... Bom! Ao menos a faculdade serve para algo! Vou procurar um emprego como geofísico no Chile! Quero um Terremoto! Já vi o Aconcágua, já vi e subi num vulcão ativo, já vi (Ao menos de longe.) um vulcão em plena atividade, agora falta um terremoto!
Nos despedimos quando diquei em Puerto Varas e ele seguiu para Puerto Mont.
Implorei por um taxi e o cara do Terminal da TurBus ma passou o número de dois taxistas. Daí a questão: "Como usar um telefone de moedas se você é um completo leso?"...
Bom, consegui! Em menos de dois minutos o taxi estava no ponto do terminal e em menos de 5 minutos eu estava na "Hospedaje Carla Minte".
A dona Carla é muito gente boa! Mas gente boa mesmo! Arrumei as coisas no quarto, fiz o check-in, tomei um banho (Sim! Tenho banheira no quarto!), me vesti e fui comer algo.
Como estava tarde da noite, ela me deu as chaves da casa e disse como agir e andar na cidade. Fui ao centro, a única coisa aberta era o restaurante de um hotel e um e uma praça, escolhi o da praça onde um casal de brasileiros discutia a relação pensando que todos presentes eram extrangeiros.
Pedi um Salmão que demorou pacas e depois voltei para dormir, estava morto e o vinho subiu muito rápido!
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PS: Um dos motivos de sair mais cedo de Pucón foi o diacho do banheiro compartido!
PS 2: Não dá pra comparar a Hospedaje da Carla e da Sonia. Da dona Carla parece hotel!
PS 3: AH! Em Pucón comprei um Casal Mapuche de madeira!
PS 4: Esqueci... mas eu tinha um "PS 4"! JURO!
PS 5: Ah! Lembrei! Luís, eu ví basalto vesícular in situ! Hehehehe! Muito LEGAL!!!
PS 6: Quero um Terremoto!
Um café, uma torta e duas "medialunas", please!
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