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sábado, dezembro 31, 2011

Fora da bolha...

Uma das coisas "estranhas" aqui é não ver gente se tocando... Calma lá seu assanhadinho! Estou me referindo a casais andando de mãos dadas, beijos em público, gente se abraçando... Talvez porque seja final de ano e todo mundo está meio ocupado com lugares pra ir, compras, etc.

Hoje (Ou seria melhor dizer ontem.) troquei o hotel para o Formula1 Kings Cross. Foi uma viagenzinha desde Campbelltown à Holly Creek e, depois, subir e descer um monte de elevadores e trocar de linha para enfim chegar à Kings Cross. Saí do trem meio que "cão caído da mudança" e peguei os elevadores até a rua, caminhei um pouco e pronto!

Quando cheguei na Austrália era noite e tive uma série de complicações com a bendita máquina de checkin... agora, por ser dia, foi muito mais fácil e o funcionário foi bem solícito... Contudo o quarto não era lá o que eu esperava - similar ao do "interior".

Aproveitei que estava me sentindo melhor e resolvi sair para fazer um dos tours... fui até a estação Martin Place (Ponto de partida indicado numa das caminhadas do Lonely Planet.), caminhei a Oxford Street até o Taylor Square (Caminho do Mardi Gras.), a escola de arte estava fechada e não pude entrar, resolvi continuar e explorar Kings Cross e suas ruas...


Fui até Elizabeth Bay e parei na Arthur Mcelhorne Reserve, em frente à Elizabeth Bay House (Ou AQUI.). Lá apreciava a vista (E as pessoas se aproveitando do dias ensolarado.) quando ví duas senhoras que estavam sentadas na grama tentando se levantar. Ofereci ajuda à mais velha e a outra rispidamente disse que não era necessário (Novamente me deu a impressão que os australianos não gostam de contato, contudo acho que é uma coisa de cidade grande, um sentimento de autoproteção contra o aglomerado humano. Quantas vezes não desviamos de alguém na rua simplesmente porque este nos dirigiu a palavra, nem ouvimos o que era dito.).



Continuei pela Wylde Street até cair na Woolloomooloo Bay, onde ficam alguns navios da marinha australiana... segui pela rua e parei no Harry's Cafe De Wheels (Onde o Lonely sugeriu comer.), pedi um Hot Dog de Wheels (Gigante!), observei o povo chegando pra comer, os casais, depois retornei para o hotel.




Cansei. -_- ZZzzzZZZzzzZZZZz


Visualizar 20111230 - Kings Cross em um mapa maior

Até.
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terça-feira, setembro 14, 2010

São Paulo no foursquare™
... ou como tirar proveito das mídias sociais.

Quase todos no Brasil tem celular (Alguns mais de um aparelho.), tanto que hoje a quantidade de aparelhos móveis é muito maior do que de fixos e caminhamos para um aparelho por habitante (Só em quantidade, não em efetivo. -_-).

O meu primeiro aparelho celular foi um modelo Gradiente que "herdei" da minha mãe (Um Tijolão que nem vibra-call tinha!). Era uma linha antiga da extinta BCP Telecomunicações, hoje Claro (Das primeiras linhas, quando havia uma burocracia no estilo do Plano de Expansão da Telesp S.A., com cadastro de intenção, etc e tal.), logo troquei o aparelho (por um "acidente" que sofreu) por meu primeiro NOKIA, também um tijolo (mas com vibra-call). De lá para a cá a tecnologia aumentou, os tamanhos diminuíram, bom... até chegar o GSM e as novas funcionalidades como fotos e navelação básica na "net" da época... então o GPRS e daí para o EDGE o 3G foi um suspiro!

Hoje os aparelhos estão convergindo com outros eletro-eletrônicos (A recíproca também vale para os eletro-eletrônicos.) e acessam sites, há programas de emails, fotos, música, vídeos, planilhas eletrônicas e editores de textos, TV, Rádio, GPS... E aplicativos que fazem uso dessas funcionalidades.

Para quem já trocou seu pretinho básico por um smartphone (E já foi curioso suficiente para saber o que ele é capaz.) sabe que há muitos aplicativos e coisas "extras" que você pode adicionar ao seu aparelho "basicão". O meu atual (Um NOKIA 5800 XpressMusic.) tem alguns: lanterna, programa de desenho (Que me quebrou um galhão no exterior para escrever algo cujo a minha pronúncia atrapalhava), medidor de ângulos, programa de treinamento, navegador, programa de comunicação. Contudo, um dos que mais uso não possui versão para o Symbian (Sistema operacional da Nokia.), o Foursquare, o que me obriga a utilizá-lo pelo navegador do celular.

Para quem não conhece, o Foursquare é um aplicativo de geolocalização (Não confundir com a Igreja Quadrangular - Foursquare Church - ou com a marca de roupas, Foursquare Outerwear.), integrado a rede social, que permite ao utilizador indicar onde se encontra, procurar por contatos seus que estejam próximo desse local, e ver onde seus contatos estão. O aspecto negativo é não dar a possibilidade de interagir com as pessoas que estão no mesmo lugar/evento e com seus contatos. O aspecto lúdico vem do fato de ser possível acumular distintivos relativos a lugares específicos, como se fossem bottons, broches ou distintivos, chamados BADGES (Sério, lembra aqueles desenhos dos Escoterios que ganham distintivos de honra-ao-mérito.).

Alguns Badges são patrocinados por empresas e meios de comunicação que desejam se divulgar, mas também existem os que são de lugares e cidades (Basicamente nos EUA). O leque de utilização é muito bom, pois possibilita a interação entre os estabelecimentos comerciais ou locais com o usuário/público, o que cria predilação/fidelidade. Em São Paulo já há alguns locais utilizando o Foursquare para interação com seus clientes como uma lojinha na Augusta de comida Árabe que dá um doce quando alguém faz check in (Diz que está no local.), ou algumas lojas da rede Spoleto onde o Mayor (Prefeito = pessoa com mais entradas.) da loja ganha uma "Massa Tradicional" toda sexta-feira.

Por que encaminhei a história até aqui? Porque ontem estava conversando com o Rafa (Meu amigo possuidor de um iPhone e também usuário do foursquare.) sobre as funcionalidades inexploradas do foursquare, e que a Prefeitura de São Paulo poderia cadastrar os lugares/equipamento da cidade (Parques, praças, teatros, centro culturais, bibliotecas, mercados municipais, feiras-livres, etc.) e dar distintivos especiais para quem visita os lugares, fazer promoções, distribuir ingressos ou lugares "vip" para os eventos da cidades, etc (Ela mesma ou em cooperação com o site.). Isso faria com que a população se interessasse mais pela cidade, estimularia o turismo e poderia ser aplicado para outros tipos de mídias sociais, como o orkut e o facebook... fazer contratos com eles para divulgação dos pontos da cidade... aplicativos, etc e tal!

...

E fiquei horas matutando a idéia, até que resolvi fazer uns exemplos de bottons que poderiam ser aplicados às cidade de São Paulo, tanto de maneira séria, como de brincadeira:

Banespa - "Uau! Que vista! Só esperamos que não tenha subido pelas escadas!"

Pico do Jaraguá - "Todos pensam ser a Paulista o ponto mais alto. Que bom que você descobriu que não é! Parabéns e aproveite o ar limpo."

Paulista Fast Food -

Higienópolis - "Cuidado com as calçadas. Olha o campo minado!"

Achiropitta - "Mamma Mia! Traz mais uma macarronada!" (3 check-ins na festa)

Bixiga Brás Móoca - "Orra, meu! Tutti buona genti!" (5 check-ins em festas típicas italianas)

COHAB PARTY - "Pagode, churrasco e cerveja! Uh-HU"

Baladeiro de Plantão - "Tá sempre pronto pra sacudir o esqueleto!" (10 baladas em 30 dias)

Party Everynight - "Super vip ou colunista social?" (20 baladas em 30 dias)

Sunglasses at night - "I wear my sunglasses at night/So I can, So I can/Watch you weave then breathe your story lines"

Tem mais uma infinidade que pensei... mas melhor não colocar aqui.

Mas acha que alguém no Brasil vai se preocupar com isso?

Só se for a iniciativa privada mesmo, infelizmente só se for privada!

Até.
____________________
PS: Em tempo... meu perfil no Foursquare. :P
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terça-feira, fevereiro 17, 2009

Buenos Aires Basicão!

Então, enquanto as mulatas balançam a ancas (muito velha a palavra) vamos fazer um tour basicão por BsAs!



Depois coloco as dicas de viagem e outros mapas!
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sexta-feira, janeiro 23, 2009

Mãe!!! EU QUERO!!!

Ando com uma vontade!!! Mas com uma vontade imensa de viajar!!!

Talvez seja influência dos preparativos para a viagem no carnaval, talvez seja a saudade da viagem entre 2007/2008, talvez a recém-visita ao amigo Beto, ou o livro que estou lendo, ou talvez (quem sabe) seja minha própria natureza falando alto (e dizendo: "pra quê ficar aí parado dia e mais dia nesse escritório, idiota!")...

Só sei que, nos últimos tempos, tenho sonhado cada dia mais em fazer outras viagens... e pesquisando a respeito de minha viagem no carnaval (e algumas futuras) encontrei muita coisa interessante... daí me peguei entrando todo dia em alguns desses sites sedento por atualizações e histórias sobre os acontecimentos do dia anterior de pessoas (que não conheço) mas me sinto como parte da bagagem! Desde uma carioca que vai à BsAs para o curso de espanhol; passando por quatro amigos em uma Pajero até o "Fim do Mundo"; ou um casal morando em um "Land Rover" ao redor do mundo (ou onde tiver estradas!); aquele estudante mochileiro solitário; ao Viajante Profissional; nativo forasteiro; as histórias de onde nenhum Uno jamais esteve... ou curiosidades!

Na verdade acho que tudo começou a partir deste tópico na comunidade dos Mochileiros... mas, enfim, EU QUERO VIAJARRRR!!!! Conhecer lugares novo, gente nova, música nova...

Até.
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domingo, julho 20, 2008

Cai a tarde...



Dia ótimo!!!

Já estou com saudades!!!


;)

Quero muitos outros!!!
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sexta-feira, janeiro 11, 2008

Nada de mais...

Hoje não fiz nada de mais! Acordei, tomei café em uma cafeteria (Enrolei pacas, lá! Li o jornal, pedi várias coisinhas pra comer e beber, olhei as pessoas...), vi os principalis pontos turísticos da cidade ($ 35,00 para ir ao Cerro Catedral, com neve! Huahauahuah!), almocei bem (Perto do Centro Cívico.), voltei ao hostel, entrei na net e conversei com o Luís. Como bebi uma garrafa inteira de vinho no almoço, fui dormir.




Acordei às 19:00, fiquei mais um pouco no hostel, dei mais uma volta na cidade, ví um monte de adolescentes (Aqui é a Porto Seguro da Argentina! A Meca dos formandos!), voltei ao hostel... enrolei mais.. fui jantar... voltei ao hostel... dormir pois acordo cedo amanhã.

Fui!




PS: Acho que deveria ter ficado mais um dias em Pucon, ou então mais um dia de Pucon e outro em Santiago... Não curti muito Bariloche... quem quiser conhecer não me chame!




PS2: Realmente! Acho que esta última parte da viagem eu deveria ter mudado! Ninguém mais ia discutir comigo mesmo!
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terça-feira, janeiro 08, 2008

Esmeralda não era nome de novela? ... Ou era Rubi?!

Ok... ok...

Consegui acordar... na verdade fiquei desde às 2:00 acordado, só esperiei o despertador tocar!



Café da manhã com um casal de chilenos que iam para Chiloé e duas veterinárias em trabalho de verão! Conversei com dona Carla sobre o que iria fazer hoje e ela me sugeriu roupas claras pois há um bicho que pica e é atraído por roupas escuras.

Peguei o ônibus na frente do cassino. Muitos chilenos, brasileiros e duas alemãs.




Na parada nos saltos do rio Petrohué ($ 12000,00 a entrada, não inclusa no passeio.), conheci um casal de cariocas muito gente boa! Eles bateram uma foto pra mim. Eu disse que este era único porém de se viajar sozinho, você nunca aparece nas fotos e todos ficam pensando que você as pegou na net!



Huahuahua...

Ah, Luís! Os saltos são muito bonitos, um orgasmo geológico! Construídos pela luta entre o basalto ultra-quente e a água fria do rio... não se seba quem ganhou... acho que foi empate!




A água do rio é algo entre o verde e o azul, o vulcão ao fundo, as árvores...

Depois fomos ao porto de Petrohué, no caminho vimos o local de uma avalanche, que destruiu a estrada nessa primavera! Estavam reconstruíndo tudo! Conheci mais um casal de cariocas com a filha (Poxa! Só tem Carioca!), mas desses eu não gostei, principalmente pois o pai só reclamava! Me afastei!

Pegamos o barco até Peulla e conheci mais brasileiros, dois paulistas dessa vez (UFA!), só que não moravam mais em Sampa. Um mora em Santiago (Sorte dele!) e o outro em Brasília. Quando a moça perguntou a eles se gostariam de fazer alguma atividade em Peulla eles escolheram uma espécie de arborismo "canopy", ela, então, pediu o passaporte deles e o que mora em Brasília sacou da mochila um passaporte vermelho... logo suspeitei, mas perguntei pra tirar a dúvida...




Navegamos pelo Lago de Todos los Santos (Esmeralda), o tempo não ajudou muito e chegamos à Peulla (Um misto de hotel e aduana, já que é divisa com a Argentina.).



Passei boa parte do dia sozinho e escrevendo, almocei, caminhei quando o tempo permitia e logo os dois paulistas chegaram... conversamos, nos alojamos na "recepção" do hotel e esperamos para voltar ao barco!




Retornamos ao barco e fizemos o caminho de volta! Me disseram que se eu quisesse fazer algo à noite estariam no Cassino, jogando, que era só eu aparecer por lá... Como era minha última noite resolvi não sair, só tomei um banho, jantei no centro, tirei din-din para pagar a dona Carla ($ 54000,00) e voltei para arrumar a mala e dormir...

Boa noite!
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Onde o tempo para...

Meu plano hoje: Subir o vulcão Osorno, Fazer o Lago Esmeralda e conhecer Frutillar e arredores do Lago Llanquihue.

Tomei um ótimo café da manhã, enquanto conversava com dona Carla e um casal de brasileiros, uma torta de limão maravilhosa!




De fato, fui até a agência de viagens verificar quando seria a próxima ida ao Lago Esmeralda, mas como as excursões para lá só sairiam no dia seguinte ($ 25000,00), aluguei um carro (outros $ 25000,00) e fui rodar o lago Llanquihue (Maior lago do Chile.), conhecer as cidades que o rodeiam, subir o Osorno e mais o que desse até as 20:00 (Horário para devolver o carro sem ter que levá-lo no dia seguinte, quando eu iria estar no "Cruce de Lagos", até Peulla.).




Paguei $ 460,00 para utilizar a Ruta 5 até a entrada para a cidadela de Llanquihue e fui seguindo a estrada de rípio, concreto e asfasto. Almocei em Frutillar, cidadezinha de colonização alemã e com praia. Existem várias lojas de artesanado, cafés e restaurantes, almocei por lá ($ 9200,00 com entrada, prato principal, sobremesa e bebida.)... dei mais uma volta pela cidade (Onde desenvolvi a habilidade de fotografar flores.), havia uma feira de artesanato na escola municipal, muito legal mas não comprei nada por não saber a quantas anda meu saldo no VTM e no cartão de crédito (Na real, estes preços cheios de zeros do Chile me fazem lembrar da época, no Brasil, da Hiper-inflação... isso me deixou com a sensação de que gastei demais por hoje e resolvi dar uma segurada.)!




Segui bordeando o lago, passando por paisagens de cinema, por casas de madeira, campos floridos, vacas e, volta-e-meia, um cemitério no meio do nada! Se um cemitério já é algo solitário, imagine as lápides no meio do nada, cercadas por pastos e flores do campo, tendo como fundo as árvores e a casa sede da fazenda (Lembrei muito do filme "Os Outros", onde a casa tinha um cemitério no quintal.)! Não tirei foto apesar de querer, estava dirigindo, a estrada é estreita e, às vezes, carros surgiam em ambos os sentidos.




Rodei por todo o lago e comecei a subir o vulcão, uma estrada ótima! Aliás, os chilenos me pareceram bons mesmo com estradas! Quando estava chegando na estação de ski o tempo começou a fechar, chovia e ventava forte! Não deu nem pra sair do carro, nem dava pra ver um palmo na frente (Tirei uma foto, mas quem conseguir ver onde está a escavadeira que trabalhava na construção da estrada ganha um doce!)!




Liguei o pisca e comecei a descer! Um casal em outro carro me seguia (Por que só eu dou as caras neste tipo de coisa?) pois não dava pra ver a estrada e o risco de cairmos em um precipício era grande. Descemos juntos até um ponto em que as nuvens começaram a ficar mais altas e o tempo abriu um pouco.


Alguém consegue ver a escavadeira?!


Voltei à Puerto Varas, comprei minha passagem para Bariloche ($ 12000,00) pela Andesmar, enchi o tanque, entreguei o carro, entrei na net e comprei um despertador, pois amanhã vou precisar "madrugar"!

Conversei com D. Carla sobre o que fiz durante o dia e pedi mais um dia a ela porque só vou sair no dia 9 de manhã.

A cidade é muito linda! Toda a região é e espero retornar lá!

Capotei na Cama, nem jantei!

Até.
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PS: Quero dona Carla pra ser minha avó!!!
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