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domingo, novembro 20, 2011

Black Is The Color Of My True Love's Hair
Nina Simone

Black is the color of my true love's hair
His face so soft and wondrous fair
The purest eyes
And the strongest hands
I love the ground on where he stands
I love the ground on where he stands

Black is the color of my true love's hair
Of my true love's hair
Of my true love's hair

Oh i love my lover
And well he knows
Yes, i love the ground on where he goes
And still i hope
That the time will come
When he and i will be as one
When he and i will be as one

So black is the color of my true love's hair
Black is the color of my true love's hair
Black is the color of my true love's hair


Ótimo domingo ensolarado da Consciência Negra para vocês.

Até,

Fred.
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terça-feira, maio 17, 2011

Hoje...

Hoje é o Dia Internacional contra a Homofobia (em inglês: International Day Against Homophobia). A data foi escolhida lembrando da exclusão da Homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 17 de maio de 1990, oficialmente declarada em 1992.


O número total de LGBTs assassinados em 2010, segundo Grupo Gay da Bahia foi de 260... ao meu ver, só mostra a individualização e a falta de respeito na sociedade (E, agora, não estou me referindo somente à homofobia, falo de discriminação, de falta de respeito com idosos, mulheres...).

Mostra que uma parcela minúscula da sociedade não está preparada para viver nela e, mesmo assim, buscam agir com agressões gratuitas, intolerância nas escolas, em bairros, no comércio, desrespeito por órgãos públicos, impondo segregação de cidadãos, calando e matando. Mostra falta de cuidado dos pais em passar valores de respeito e tolerância. Aliás! Pais transmitem com grande competência seus preconceitos, manias e, sobretudo, agressividade. Não cabe à escola ensinar tolerância e respeito às crianças pois, no instante que elas iniciam sua vida acadêmica, já devem estar com estes valores cultivados em si, pelos seus pais.

E, partindo da situação atual, nos vemos cada vez mais frios e duros, nos tornando inertes às coisas que passam ser corriqueiras: matar/espancar um gay na Paulista; botar fogo num índio; maltratar/reclamar/não tratar de um idoso subindo no ônibus/na fila banco/no atendimento do hospital; espancar uma mulher; jogar bebê no lixo...

Muita pena do caminho que estamos tomando, muita pena da "moleza" da sociedade, que acha correto agredir alguém caminhando pela rua, em dizer agressões verbais a quem está tentando viver igual a todo mundo, que acha correto cortar direitos dos outros, por razões pessoais (Sendo que todo mundo é igual!), mas fala de direitos iguais e liberdade de expressão quando chamam atenção para as ideias facístas/religiosas divulgadas por mentes vazias.

Até.
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quinta-feira, março 10, 2011

Beijos, protestos e banalização...

Retirado de Apocalipse Motorizado.
Fico muito apreensivo quando vejo algumas notas sobre beijaços e outras formas de manifestação... Uma porque, se estas manifestações existem quer dizer que houveram direitos ou tratamentos básicos que foram negados/desrespeitados por alguém ou um grupo.

Veja bem, num país plenamente democrático as pessoas veriam outras andando de bicicleta para o trabalho, ou beijando o amado(a) de mesmo sexo na saída do cinema e pouco lhes importaria. Eles tem este direito, que é idêntico ao da platéia que os assiste.

Mas por que algumas opiniões me incomodam tanto? Simples, porque quando você as diz está influenciando o entorno para que seja a favor do seu modo de ver as coisas...

Deixa eu explicar melhor... Nada contra você ter pensamentos favoráveis ao nazismo, por exemplo (E eu já chuto o balde!), são seus, é sua opinião e você tem todo direito de tê-la, mas sou totalmente contra você exteriorizar estas idéias! Quanto a influenciar as pessoas em achar que estas idéias são corretas...

Há o caso, por exemplo, do casal impedido de adotar uma criança por terem idéias "conservadoras"... Ou do blog acima, que crê que beijaços são provocações...

Em tempo, já digo que nunca participei de manifestações como estas... Nunca fui a uma bicicletada, mas acredito que elas podem trazer a consciência de um trânsito mais humano e democrático, de umas nova visão sobre os modos de transporte.

Também nunca fui a um beijaço, mas... pense comigo, se no inicio dos anos 2000 não houvesse o beijaço do Frei Caneca, duvido que aquelas quadras se desenvolveriam tão "gay friendly", ou mesmo o seu entorno, como a Augusta, estaria tão efervescente como o é atualmente. Decairia como a cena gay dos Jardins e morreria... Vale lembrar que a própria Lôca sempre esteve ameaçada de fechamento e talvez se não fosse os atuais bares da vizinhança (surgidos após os beijaços e paradas do orgulho), ele não teria fôlego pra continuar, seria sufocado pelo conservadorismo...

Talvez, também, os próprios adolescentes dos dias de hoje devessem agradecer as velhas bixas que botaram a cara nas paradas de orgulho (Aproveitando que as citei.) e conseguiram dar visibilidade, mostrar a cara comum de uma multidão que vive, trabalha, ama e sonha ser um cidadão como qualquer outro, com todos os direitos assegurados e não ser tratado como uma pessoa jurídica.

Por último, fico muito chateado quando há críticas com relação a outros países. Antes de qualquer citação minha ao modo de agir e pensar das pessoas no exterior, eu procuro ler a respeito, me informar de como é a sociedade por lá e como eu faria se fosse criado desde meu nascimento sob aquele regime, depois opinar.

E não digo só por estas matérias, não... Muitas vezes em casa ouço opiniões que me são assustadoras e procuro passar meu modo de ver e pensar, sem agressões, para que as pessoas reflitam e possam ter vários lados, contudo penso no que vou falar e como falarei.

Até.
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PS.: E Sim! Já fui em Paradas do Orgulho!
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terça-feira, setembro 14, 2010

São Paulo no foursquare™
... ou como tirar proveito das mídias sociais.

Quase todos no Brasil tem celular (Alguns mais de um aparelho.), tanto que hoje a quantidade de aparelhos móveis é muito maior do que de fixos e caminhamos para um aparelho por habitante (Só em quantidade, não em efetivo. -_-).

O meu primeiro aparelho celular foi um modelo Gradiente que "herdei" da minha mãe (Um Tijolão que nem vibra-call tinha!). Era uma linha antiga da extinta BCP Telecomunicações, hoje Claro (Das primeiras linhas, quando havia uma burocracia no estilo do Plano de Expansão da Telesp S.A., com cadastro de intenção, etc e tal.), logo troquei o aparelho (por um "acidente" que sofreu) por meu primeiro NOKIA, também um tijolo (mas com vibra-call). De lá para a cá a tecnologia aumentou, os tamanhos diminuíram, bom... até chegar o GSM e as novas funcionalidades como fotos e navelação básica na "net" da época... então o GPRS e daí para o EDGE o 3G foi um suspiro!

Hoje os aparelhos estão convergindo com outros eletro-eletrônicos (A recíproca também vale para os eletro-eletrônicos.) e acessam sites, há programas de emails, fotos, música, vídeos, planilhas eletrônicas e editores de textos, TV, Rádio, GPS... E aplicativos que fazem uso dessas funcionalidades.

Para quem já trocou seu pretinho básico por um smartphone (E já foi curioso suficiente para saber o que ele é capaz.) sabe que há muitos aplicativos e coisas "extras" que você pode adicionar ao seu aparelho "basicão". O meu atual (Um NOKIA 5800 XpressMusic.) tem alguns: lanterna, programa de desenho (Que me quebrou um galhão no exterior para escrever algo cujo a minha pronúncia atrapalhava), medidor de ângulos, programa de treinamento, navegador, programa de comunicação. Contudo, um dos que mais uso não possui versão para o Symbian (Sistema operacional da Nokia.), o Foursquare, o que me obriga a utilizá-lo pelo navegador do celular.

Para quem não conhece, o Foursquare é um aplicativo de geolocalização (Não confundir com a Igreja Quadrangular - Foursquare Church - ou com a marca de roupas, Foursquare Outerwear.), integrado a rede social, que permite ao utilizador indicar onde se encontra, procurar por contatos seus que estejam próximo desse local, e ver onde seus contatos estão. O aspecto negativo é não dar a possibilidade de interagir com as pessoas que estão no mesmo lugar/evento e com seus contatos. O aspecto lúdico vem do fato de ser possível acumular distintivos relativos a lugares específicos, como se fossem bottons, broches ou distintivos, chamados BADGES (Sério, lembra aqueles desenhos dos Escoterios que ganham distintivos de honra-ao-mérito.).

Alguns Badges são patrocinados por empresas e meios de comunicação que desejam se divulgar, mas também existem os que são de lugares e cidades (Basicamente nos EUA). O leque de utilização é muito bom, pois possibilita a interação entre os estabelecimentos comerciais ou locais com o usuário/público, o que cria predilação/fidelidade. Em São Paulo já há alguns locais utilizando o Foursquare para interação com seus clientes como uma lojinha na Augusta de comida Árabe que dá um doce quando alguém faz check in (Diz que está no local.), ou algumas lojas da rede Spoleto onde o Mayor (Prefeito = pessoa com mais entradas.) da loja ganha uma "Massa Tradicional" toda sexta-feira.

Por que encaminhei a história até aqui? Porque ontem estava conversando com o Rafa (Meu amigo possuidor de um iPhone e também usuário do foursquare.) sobre as funcionalidades inexploradas do foursquare, e que a Prefeitura de São Paulo poderia cadastrar os lugares/equipamento da cidade (Parques, praças, teatros, centro culturais, bibliotecas, mercados municipais, feiras-livres, etc.) e dar distintivos especiais para quem visita os lugares, fazer promoções, distribuir ingressos ou lugares "vip" para os eventos da cidades, etc (Ela mesma ou em cooperação com o site.). Isso faria com que a população se interessasse mais pela cidade, estimularia o turismo e poderia ser aplicado para outros tipos de mídias sociais, como o orkut e o facebook... fazer contratos com eles para divulgação dos pontos da cidade... aplicativos, etc e tal!

...

E fiquei horas matutando a idéia, até que resolvi fazer uns exemplos de bottons que poderiam ser aplicados às cidade de São Paulo, tanto de maneira séria, como de brincadeira:

Banespa - "Uau! Que vista! Só esperamos que não tenha subido pelas escadas!"

Pico do Jaraguá - "Todos pensam ser a Paulista o ponto mais alto. Que bom que você descobriu que não é! Parabéns e aproveite o ar limpo."

Paulista Fast Food -

Higienópolis - "Cuidado com as calçadas. Olha o campo minado!"

Achiropitta - "Mamma Mia! Traz mais uma macarronada!" (3 check-ins na festa)

Bixiga Brás Móoca - "Orra, meu! Tutti buona genti!" (5 check-ins em festas típicas italianas)

COHAB PARTY - "Pagode, churrasco e cerveja! Uh-HU"

Baladeiro de Plantão - "Tá sempre pronto pra sacudir o esqueleto!" (10 baladas em 30 dias)

Party Everynight - "Super vip ou colunista social?" (20 baladas em 30 dias)

Sunglasses at night - "I wear my sunglasses at night/So I can, So I can/Watch you weave then breathe your story lines"

Tem mais uma infinidade que pensei... mas melhor não colocar aqui.

Mas acha que alguém no Brasil vai se preocupar com isso?

Só se for a iniciativa privada mesmo, infelizmente só se for privada!

Até.
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PS: Em tempo... meu perfil no Foursquare. :P
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terça-feira, agosto 19, 2008

Patagonia sin Represas




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sábado, julho 08, 2006

Você nunca recebeu um spam tão útil...

mensagem: EARTHLINGS (Terráqueos) é um documentário sobre a absoluta dependência da humanidade em animais (para companhia, comida, roupa, entretenimento, e pesquisa científica) mas também ilustra nosso completo desrespeito por estes chamados "provedores não-humanos."

O filme é narrado pelo indicado ao Oscar Joaquin Phoenix ("Gladiador", "A Vila", "Johnny & June") e com trilha exclusiva composto pelo Moby.

Com um estudo profundo em pet shops, criadouros de cachorros e abrigos de animais, como também em fazendas industriais, o comércio de couro e de peles, as indústrias de esportes e entretenimento, e finalmente a profissão médica e científica, EARTHLINGS usa câmeras escondidas e imagens nunca antes vistas para demonstrar as práticas cotidianas de algumas das maiores indústrias do mundo, todas as quais dependem totalmente em animais para lucro. Poderoso, informativo e provocador, EARTHLINGS é de longe o documentário mais abrangente já produzido na correlação entre a natureza, animais, e os interestes econômicos humanos. Existem muitos filmes valiosos de direitos dos animais, mas este transcende o cenário. EARTHLINGS grita para ser visto.

Versão legendada em português (apenas a 1a parte de 17min.).


Versão legendada em espanhol (completo! 1h 28min!).


Versão original em inglês (1h 35min!).


Baixe aqui a versão original em alta resolução.
(Você talvez precise instalar o DivX-Codec)

Compre o DVD aqui (site oficial).


Ajudem a divulgar!!!
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